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15 dicas de como administrar conflitos em empresas familiares

Confira como se tornar um solucionador de conflitos em empresas familiares!

Só de ler o título desse texto já lhe remete a dor de cabeça? Sua empresa familiar vem passando por momentos onde os conflitos são cada vez mais recorrentes? Então, talvez esse texto poderá lhe trazer mais esperança! Isso porque não trataremos aqui de técnicas ou soluções superficiais que você já deve ter tentado e que nunca funcionaram. Nós iremos a fundo. Vamos mergulhar nas profundezas do ser humano para que você consiga compreender melhor o que causa os conflitos nas empresas familiares e possa então administrá-los melhor de uma vez por todas.
Esqueça soluções rápidas ou fórmulas milagrosas, porque tudo é um processo. Os conflitos que você vivencia hoje são só a ponta do iceberg, aquela parte vista sobre a superfície, mas que certamente existe uma imensidão escondida nas profundezas que dá origem àquilo que é visto.
Muito do que está sob a superfície é inconsciente e essas 15 dicas lhe trarão consciência e mais clareza do que você pode fazer para se tornar alguém altamente capaz de solucionar conflitos ou, ao menos, evitá-los!
Leia todo o artigo, pois no final dele há uma surpresa para você!
Aproveite!

1 – Desenvolva uma visão sistêmica

O primeiro passo para tornar-se uma pessoa altamente capaz de gerir um conflito é desenvolver uma visão mais ampla, mais macro, com uma perspectiva do todo e não somente do micro. Desenvolver não só uma visão, mas também uma mentalidade sistêmica.
E o que isso quer dizer? Isso significa que você deve perceber que a sua empresa é um sistema, e que, na verdade, muitas outras coisas também são sistemas, assim como sua família, sua cidade, seu país. Quando duas ou mais partes se unem e interagem entre si, um sistema é formado, ou seja, um sistema é um todo maior, formado por partes menores, interdependentes entre si.
Na sua empresa existe o setor financeiro, o administrativo, o de logística, o de marketing, etc., que são partes que são interdependentes e que formam um todo maior, que é a sua empresa. Você precisa ser capaz de compreender o funcionamento de todo esse sistema. Mesmo em empresas pequenas, com poucos funcionários, onde os setores ainda não estão aparentemente muito bem definidos, as atribuições desses setores também ocorrem.
Passe a perceber também que uma empresa familiar é a união de um sistema empresarial com um (ou mais) sistema(s) familiar(es).
Compreendendo tudo isso, você vai poder entender que, assim como em um corpo humano, por exemplo, um problema no coração pode ser reflexo de uma má alimentação, os conflitos de uma empresa familiar também são efeitos que estão sendo observados agora, na superfície, mas que geralmente são reflexo de um movimento anterior, mais profundo, que fazem parte de algo maior.
Desvendar as origens desses movimentos é um dos segredos para eliminar os seus efeitos danosos. Muitos conflitos acontecem por olhar-se os acontecimentos, as dificuldades de relacionamento, etc., muito superficialmente. Ao adquirir essa mentalidade sistêmica, você passa a desenvolver habilidades tanto para evitar quanto para solucionar possíveis conflitos.

2 – Respeite a ordem

Bert Hellinger, psicoterapeuta alemão, cujo trabalho contribuiu imensamente para o universo das organizações, foi quem desvendou as leis invisíveis que regem todos os sistemas.
A primeira delas é a lei da ordem. Para que o sistema esteja em equilíbrio, a ordem precisa ser estabelecida. E o que isso quer dizer? Em todo sistema existe uma hierarquia, uma ordem de chegada. Aquele que veio antes, tem precedência aos que vêm depois.
Essa lei não vem para enrijecer o sistema, mas sim para trazer-lhe equilíbrio. Imagine um diretor que tenta mandar mais que o dono da empresa ou um filho que quer mandar no pai. O caos se instala.
Isso também não quer dizer que um filho que entrou mais tarde na empresa do pai não possa ter um cargo hierarquicamente superior ao seu. Ele pode. Porém, esse filho deve ter em mente que deve sim ter autonomia em suas decisões, mas que, por outro lado, tem que, acima de tudo, respeitar e honrar o pai por sua precedência.
Muitos conflitos em empresas familiares acontecem por quebra dessa lei. Observe se no seu caso ela não está sendo quebrada e se com o simples movimento de observar a precedência, honrando e respeitando aqueles que vieram antes, os efeitos do conflito possivelmente já se dissolvam.

3 – Sirva antes, peça depois

Muitas pessoas têm a tendência de exigir algo do outro sem antes dar nada. Seu “piloto automático” é de serem antes tomadores para então serem doadores. Isso sem contar que muitas vezes essa retribuição sequer acontece.
Esse movimento tende a causar um desequilíbrio na relação, fazendo com que uma das partes se sinta em prejuízo, dando margem para que um conflito se instale.
Imagine o diretor do departamento vendas que não se organiza suficientemente e a todo momento pede ajuda com suas tarefas para o diretor de marketing. Pode chegar um momento que essa relação fique desequilibrada e, a partir daí, surja o conflito.
Sem perceber, essas duas pessoas estão quebrando uma importante lei sistêmica, desvendada por Hellinger, que é a do equilíbrio entre o dar e o tomar.
Sem que haja uma compensação, uma contrapartida por parte daquele que está recebendo mais do que está entregando, esse desequilíbrio pode afetar o sistema como um todo, refletindo em outros setores e na empresa como um todo.
Portanto, o segredo é servir antes, pedir depois e sempre buscar o equilíbrio da relação.

4 – Saiba se posicionar

Ao adquirir esse mindset sistêmico, de que os conflitos são reflexo de algo mais profundo, de algo além daquilo que se vê na superfície, e perceber que a ordem deve ser respeitada e que o equilíbrio entre as relações deve ser estabelecido, uma importante pergunta que você deve se fazer é: qual é o meu lugar dentro desse sistema?
Isso porque uma outra importante lei sistêmica é a lei do pertencimento. Ela revela que todos têm o mesmo direito de pertencer ao sistema. Todos devem ter o seu lugar.
Acontece que muitos conflitos surgem quando pessoas se excluem, ou são excluídas do sistema, ou quando estão fora do seu lugar, exercendo um papel que não é seu.Um exemplo disso é um gestor de empresa que não assume, de fato, a sua posição, abrindo espaço para que outra pessoa tome as rédeas do negócio. Outro exemplo é quando dois irmãos são sócios e um deles permite ser excluído das decisões mais importantes do negócio e depois acaba boicotando aquilo que foi decidido pelo irmão. É preciso saber se posicionar.
Ainda para exemplificar, imagine um filho recém chegado na empresa, onde o pai já possui um sócio, e começa a dar ordens para esse sócio sem ter sido lhe dada essa atribuição. Certamente aí haverá um conflito. É necessário respeitar a ordem e o posicionamento de cada um. Tenha muito claro qual é o seu lugar.

E lembre-se sempre: resgate os excluídos!

5 – Tenha sempre muito claro o propósito

É muito comum que conflitos aconteçam por questões corriqueiras, do dia a dia. Porém, nunca é demais lembrar do propósito da empresa nesses momentos. Recordar-se de que há um propósito maior para a empresa coloca todos dentro do mesmo barco, remando para a mesma direção, na mesma intensidade.Por outro lado, quando quando não há um propósito claro, é bastante comum que cada um imagine que a direção na qual está remando é a correta e que a do outro está errada. Porém, por não haver esse propósito bem definido, o outro também imagina que está na direção certa.
Por isso, é fundamental que a empresa tenha seu propósito comunicado para todos para evitar que isso aconteça. O propósito é a “estrela-guia”, que norteia a direção e possibilita colocar todos no mesmo barco, remando para a mesma direção e na mesma intensidade.
Se isso ainda não tiver sido feito, um bom passo para se começar é resgatando-se a essência do fundador, o porquê de ele ter começado o negócio, qual era o seu objetivo. Isso tende a trazer muita força para a empresa.

6 – Compreenda e aceite a dualidade de cada um

Robert Kiosaky, autor do best-seller Pai Rico, Pai Pobre, certa vez falou: “quando a emoção aumenta, a inteligência diminui”. Outro fator causador de conflitos em empresas familiares muito comum é a falta de inteligência emocional.
Inteligência emocional é a capacidade que você tem de se conectar consigo mesmo, com o outro e com o mundo à sua volta, compreendendo as suas emoções e a dos demais, usando-as a positivamente.
Porém, para compreender a si mesmo e compreender o outro, é necessário ter em mente que o ser humano é um ser dual, ou seja, que tem dois lados. Somos razão e emoção. Todos temos um lado bom e um lado ruim. Negar isso é um dos primeiros erros, pois todos temos um lado maravilhoso e outro nem tanto assim.
Em tudo pode haver dor ou prazer. E existem pessoas que têm a tendência a ter ações direcionadas a fugir da dor ou buscar o prazer.O que acontece é que precisamos conhecer e dar luz às nossas sombras para para que sejamos cada vez mais luz do que sombra. Saber que possuímos falhas e que isso é normal nos dá perspectiva de crescer e de perceber que o outro também possui suas incongruências e que está tudo bem. Cada um, no seu tempo, da sua forma, encontrará o seu caminho de evolução.
Em meio a um conflito, só o fato de saber disso já lhe dá possibilidade de diminuir a sua irritação com a outra pessoa, já que, assim como você, ela também possui as suas incongruências. Ter isso em mente lhe abre espaço para compreender melhor a outra pessoa, respirar fundo e enfrentar a situação de maneira mais leve.

7 – Conheça mais a fundo as diferenças de cada geração

Cada vez mais, com novas gerações chegando ao mercado de trabalho e com gerações mais experientes percebendo que inovação, atualização e mudança são questões de sobrevivência para seus negócios, tem se tornado muito corriqueiro empresas terem até três gerações numa mesma equipe. Nas empresas familiares isso é muito comum. E com isso também vêm as diferenças.
O assunto tem sido muito apresentado pela mídia, revelando que pessoas de determinadas gerações têm a tendência a buscar mais estabilidade, ao contrário de outras, que buscam mais significado em tudo que fazem.
Baby boomers, geração x, millenials, geração z… conhece esses termos? Não? Então, se você deseja que sua empresa seja mais duradoura, trate de compreendê-los a fundo se você não quiser que seu projeto entre em colapso.
Colapso porque imaginar que todos pensarão e agirão da mesma forma é insanidade e certamente isso será motivo para muita discórdia.
Os empreendedores familiares mais bem sucedidos compreendem essas diferenças e utilizam as potencialidades de cada geração em favor do negócio.
Falamos mais sobre conflitos de gerações neste artigo.

8 – Nunca se esqueça que o amor de família vem antes

Tudo bem que a empresa precisa crescer, que o lucro deve ser perseguido e que a ambição é algo natural do ser humano. Mas nunca se esqueça que a família vem antes!
Disputas desenfreadas por cargos mais altos ou por fatias maiores de propriedade podem ser motivo de grandes brigas entre membros de uma empresa familiar.
Da mesma forma, o olhar estritamente profissional para a empresa, excluindo membros da família e não dando chance para a sua qualificação, também pode ser motivo de grande confusão.
Porém, não se pode esquecer que a empresa familiar tem peculiaridades diferentes de uma empresa de composição estritamente profissional. A gestão de uma empresa familiar deve ser profissionalizada, mas não se pode deixar de lado o fato de que nela existem membros que possuem laços consanguíneos.
Ainda, é preciso ter em mente que a família deve estar a serviço da empresa e não a empresa a serviço da família. Ou seja, a família deve trabalhar para manter a empresa e não o contrário.
Mas para que a empresa seja mantida, é fundamental que a família esteja bem. Portanto, é primordial que todos os membros, em momentos de tensão, se recordem disso.

9 – Aprimore suas virtudes e forças de caráter

Em momentos de pressão, quando os ânimos inflamam, os lados até então desconhecidos de personalidade se revelam. Em momentos assim, fraturas emocionais podem ser expostas, colocando algumas pessoas em situações indesejáveis.
Por isso, o aprimoramento de virtudes e forças de caráter deve ser uma busca constante na vida de quem deseja ter um negócio familiar próspero e duradouro.
Virtudes como moderação e humanidade são fundamentais em momentos de tensão.
Conheça mais sobre virtudes e forças de caráter neste quadro:

Fonte

10 – Crie e siga um Código de Honra

Outra dica muito fortalecedora de como se tornar um ótimo administrador de conflitos ou, ao menos, alguém que sabe como evitá-los, é criar um Código de Honra para o seu time.
E o que é isso? Parta do seguinte pressuposto: na falta de regras, as pessoas acabam criando as suas próprias normas!
Você já deve ter conhecido empresas que quebraram por pessoas quebrarem as regras ou por essas regras simplesmente sequer existirem. Aqui, não coloque peso sobre a palavra “regras”. Não é algo para enrijecer a empresa. Pelo contrário! Blair Singer, sumidade mundial no assunto, afirma que “um Código de Honra é a pedra fundamental da cultura de qualquer organização porque é a manifestação física das suas ideias, filosofias e ideais”. Ou seja, para evitar conflitos ou para que em momentos em que os ânimos se alterem, poucas regras bem estabelecidas em momentos de paz, com base naquilo que é mais importante para a empresa, pode economizar muita dor de cabeça.

11 – Fortaleça seu poder pessoal

Conflitos também podem acontecer pelo fato de algumas pessoas tentarem exercer excessivamente o sua força sobre outras. Para que você não se deixe ser manipulado, é fundamental que você fortaleça cada vez mais seu próprio poder pessoal.Possuir a capacidade de aumentar a sua energia interna, mudando rapidamente a sua fisiologia para uma situação desafiadora e manter o controle das suas emoções é requisito básico para, em momentos de necessidade, se consiga acalmar os ânimos.
Equipes com pessoas com pouco poder interno acabam trabalhando em baixa performance. Se você quer que seu time atinja a alta performance, estimule o desenvolvimento pessoal de todos!

12 – Saiba fazer perguntas

Antes de entrar em embate com alguém, tenha claro que muitas pessoas procuram resposta para tudo. Porém, nem sempre as encontram. Com isso, acabam jogando a culpa por resultados insatisfatórios em outras pessoas. Esse é um caminho fácil, mas, sem dúvida, que não leva a lugares muito interessantes.
Ao invés de buscar por respostas, desenvolva a habilidade de fazer perguntas. Ao fazer perguntas, você ajuda a outra pessoa a chegar até a resposta, a visualizar o caminho necessário para atingir um objetivo desejado.
Além disso, em um conflito, onde os interesses muitas vezes são opostos, ao se fazer a simples pergunta de o que impede a outra pessoa a aceitar a sua proposta, você já consegue identificar qual é a objeção que está em jogo e, se possível, saná-la e trazer o fim para a discussão.

13 – Fale franca e abertamente sobre expectativas

Já percebeu como é comum pessoas discutirem simplesmente porque nenhuma das partes disse antecipadamente exatamente o que esperava sobre aquilo que está sendo objeto da discussão? Uma não diz o que espera da outra e ambas não dizem o que esperam do negócio. Clássico caso de desalinhamento de expectativas, que se resolve com criar um ambiente e situação para que as expectativas sejam alinhadas franca e abertamente.
Tem sido cada vez mais comum vermos empresas criando momentos específicos da semana para feedback, não como um momento de apontar o dedo, mas de, pela tradução literal da palavra, retroalimentar o indivíduo para que ele possa transpor as suas próprias limitações.
Quanto mais clareza das expectativas de cada um, melhor.

14 – Comece o quanto antes a falar sobre sucessão

É aquela velha história… o pai fundou a empresa, não treinou os filhos, faleceu e agora eles brigam entre si por todos os motivos possíveis.
Você pode encarar a sucessão como um assunto mórbido, um tabu, algo que não é falado, ou como uma necessidade, uma questão de sobrevivência do negócio.
Saiba que sua empresa só tem três possíveis destinos: ela quebra, você a vende ou a passa adiante. Ou seja, muitos empresários não percebem que o seu negócio pode ter a vida muito maior do que a sua e que pode perpetuar-se por gerações e não refletem a respeito da sucessão, sem notar que isso certamente será objeto de muita discussão entre as próximas gerações.A dica é: fale abertamente sobre isso o quanto antes!

15 – Entenda de perfis comportamentais

Talvez todos as situações anteriores já estejam alinhadas na sua empresa e o que pode estar causando conflitos seja uma questão puramente comportamental. É natural que pessoas não conheçam sobre as diferenças dos perfis comportamentais uns dos outros. Mas compreendê-los é primordial para quem deseja ser um líder de verdade, que saiba liderar todos os tipos de pessoas. Porque você já deve ter percebido que pessoas são diferentes, não é verdade? E aqui não estamos falando de caráter, mas sim de perfil comportamental mesmo.
Algumas pessoas têm um perfil mais executor, outras são mais planejadoras, algumas são muito voltadas aos relacionamentos, já outras prestam muita atenção aos detalhes. Isso é natural de cada um.
Para resolver um conflito, muitas pessoas carregam o velho conceito de “trate a outra pessoa como gostaria de ser tratado”, mas esse é um grande erro. Você deve tratar a outra pessoa como ela gostaria (e precisa) de ser tratada. Por isso, conhecer e compreender o seu próprio perfil lhe dá possibilidade de também entender o perfil daquelas pessoas das quais você está lidando.E como empresas são feitas de pessoas, se você não entende de pessoas, não entende de negócios!
Pensando nisso, lhe deixamos aqui a oportunidade de conhecer gratuitamente o seu perfil comportamental. Basta clicar no link a seguir e você será direcionado para a página do software de análise de perfil CIS Assessment, que possui 99% de precisão.

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As famílias empresárias mais prósperas e duradouras não fecham os olhos para essas dicas

Há quem diga que empreender em família é a receita certa para o fracasso, que há muitos interesses pessoais envolvidos, que não é possível separar o que é pessoal do que é profissional, que muitas confusões podem acontecer e que, no final, nem a empresa e nem a família saem bem. Porém, esse é o discurso daqueles que não conhecem os segredos das empresas familiares de maior sucesso, daquelas que superaram todas essas objeções e obtiveram grande prosperidade e que perduram por gerações!A partir de agora você já tem um roteiro, um passo a passo com todas essas dicas para administrar os possíveis conflitos que podem aparecer na sua empresa familiar (e eles vão aparecer)!
Desejamos vida longa e muita prosperidade para a sua empresa!

Nos vemos no topo!

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